Oracle lança actualizações
Oracle vai lançar actualização com 37 correcções
A Oracle anunciou que na próxima terça-feira, 17/4, lança um pacote de 37 correcções para os seus produtos.
Estas correcções fazem parte da programação trimestral de actualizações da Oracle. A empresa antecipa que, entre as correcções do próxima dia 17, sete têm como alvo bugs mais complicados e que podem permitir a invasão do sistema.
Entre os produtos afectados por estas ameaças estão o Oracle Database em várias versões e também produtos originários da PeopleSoft e da JD Edwards, empresas adquiridas pela Oracle.
Esta é a segunda vez que a Oracle avisa com antecedência quais as correcções que vai lançar. O primeiro aviso prévio foi dado em Janeiro, quando a Oracle corrigiu 51 vulnerabilidades.
Microsoft emenda quatro vulnerabilidades críticas
Microsoft emenda quatro vulnerabilidades críticas
Os quatro patches foram lançados uma semana depois de a Microsoft disponibilizar a habitual actualização de segurança de todos os meses.
Windows com falhas
| Windows tem falha que permite execução remota de aplicações Uma nova falha de segurança no Windows permite a execução remota de programas com a mínima intervenção do utilizador. |
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| O alerta foi dado pela empresa eEye Digital Security, que classifica a vulnerabilidade como de alto risco. No documento, a empresa não oferece nenhuma outra informação a respeito do problema, mas afirma já ter informado todos os detalhes à Microsoft.Segundo a eEye, o bug descoberto afecta as versões 2000, XP e 2003 do Windows. O Windows Vista não é citado. | |
Crackers
Falha humana produz mais danos que a acção dos crackers
Um estudo publicado nos Estados Unidos refere que a perda de dados ocorre mais por erros administrativos do que em função de acções externas.
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Washington revela que a maior parte dos casos de perda ou exposição indevida de dados confidenciais ocorre em função de erros de gestão informática e não em função de ataques externos, como acções crackers.
A Universidade analisou 550 casos de perda de dados ocorridos nos Estados Unidos entre os anos de 1980 e 2006. Em 61% dos casos analisados, os problemas ocorreram em função de falha humana, sistemas de protecção insuficientes, discos de backup perdidos ou outros erros administrativos.
Em 30% dos casos, no entanto, a exposição de dados deveu-se à acção premeditada de crackers, que tiveram sucesso em invadir sistemas supostamente seguros e copiar dados confidenciais.
A pesquisa revelou ainda que na maior parte dos casos as empresas tendem a cobrir erros internos e preferem culpar agentes externos pela perda de dados.
O estudo sugere que as empresas invistam mais recursos no treino e desenvolvimento de procedimentos mais rigorosos para o controlo e protecção de informações confidenciais. Para os investigadores, o treino adequado é mais eficaz que investir em novas aplicações de segurança. Em 9% dos casos, não foi possível determinar o motivo da perda de dados.
Estará o Google a desenvolver um telemóvel?
Segundo alguns analistas do mercado de tecnologia o Google está a desenvolver o seu próprio telemóvel.
Um responsável da empresa, em Espanha, já confirmou que o Google está a analisar a hipótese de desenvolver o seu próprio telemóvel. No entanto, não há uma posição oficial do Google sobre o rumor que tem sido constantemente ouvido na Europa e nos Estados Unidos.
Segundo esse rumor, o Google estaria à procura na Ásia de um fabricante que pudesse conceber um telefone de baixo custo, com ligação à Internet e com um ecrã wide a cores.
«A área das telecomunicações móveis é importante para o Google», disse o porta-voz da empresa, Erin Fors, à agência Reuters. Apesar de tudo, há que ter alguma cautela com rumores sobre o Google. Ainda há um ano, analistas diziam que o Google estaria a preparar a sua própria linha de computadores pessoais. No entanto, o tempo passou e chegou-se à conclusão que o que o Google estava a desenvolver era uma série de aplicações para computador.
Windows Defender 7
Microsoft lança Windows Defender 7
A Microsoft lançou ontem a versão 7 do anti-spyware gratuito Windows Defender.
Curiosamente, o programa passou da versão 1.1 para a 7.0. Não ficou claro o motivo deste salto, mas aparentemente a Microsoft procura alinhar a versão do anti-spyware com o Internet Explorer 7.0.
Segundo a Microsoft, o produto mudou por fora e por dentro: além da nova interface do utilizador, forma introduzidas melhorias nos dispositivos de detecção e remoção de spyware, e agora há suporte a plataformas de 64 bits. Esta versão inclui, agora, o WGA – Windows Genuine Advantage. Ou seja, o produto só se instala em máquinas que passam no teste que verifica se o Windows é legal.
Outra mudança: o Windows Defender já não suporta o Windows 2000. Suporta apenas Windows XP SP2 e Windows 2003 Server. O Windows Vista não é citado porque o produto já vem integrado nessa versão do sistema operativo. A actualização, nesse caso, deve ser feita via Windows Update.
Também é nova no Windows Defender 7.0 a disponibilidade do programa em português. Segundo a recomendação da Microsoft, quem tem a versão 1.1.1592.0 do Defender deve desinstalá-la manualmente antes de instalar a versão 7.0.
Programa de activação do Windows Vista
Código para activar o Vista está disponível na Internet
Um código para activar o Windows Vista, da Microsoft, está disponível na Internet. O programa Vista Brute Force Keygen é um gerador de chaves para activação ilegal do novo sistema operativo.
O termo «Brute Force» refere-se ao método utilizado, um esquema de crack que encontra uma chave válida após milhões de tentativas. Um dos utilizadores que já experimentou o software afirma ter conseguido três chaves «legítimas» após cinco horas de processamento.
Com a operacionalidade do programa, haverá um grande número de cópias não oficiais do Windows legitimadas pela Microsoft. Além disso, o gerador de chaves também pode, por acaso, encontrar muitas que já foram vendidas, o que será um problema para os compradores do Vista.
A Microsoft poderá vir a fazer mudanças no sistema de protecção do novo sistema operativo, anunciado como o mais seguro de sempre, e acabar com o êxito da «força bruta». Contudo, até lá, é possível que a empresa de Bill Gates enfrente vários problemas.
Playstation3
PS3 europeia não terá chip de retrocompatibilidade
A versão da nova consola da Sony que poderemos comprar a partir do dia 23 de Março não vai ter o chip que garante a sua total retrocompatibilidade com os jogos da PS2.
A PS3 europeia manterá, no entanto, todas as funcionalidades associadas ao microchip Cell e a integração de tecnologia Blu-ray para reprodução de vídeo em Alta Definição.
A Sony justifica esta decisão com a necessidade de reduzir os custos de produção da sua nova consola. Logo após este anúncio, a cotação das suas acções subiu quase 3%.
A fabricante garante, contudo, que a PS3 vai continuar a correr a maioria dos jogos da PS2, mas não o fará de forma optimizada.
itunes
iTunes vai vender músicas dos jogos EA
As bandas sonoras de dezenas de jogos da Electronic Arts vão começar a ser disponibilizadas através da loja de música da Apple.
Esta nova oferta será assim uma extensão do serviço “Trax” a partir do qual a EA já vendia (embora sem grande sucesso) CD com compilação de músicas dos seus videojogos.
Recorde-se que a EA tem feito um esforço grande no sentido de contratar alguns nomes populares da música pop contemporânea para criarem a banda sonora dos seus jogos, como as bandas Scissor Sisters, Good Charlotte ou Franz Ferdinand.
O primeiro pacote de música disponibilizado no iTunes vai incluir as músicas das colecções dos títulos de jogos Madden, FIFA e Tiger Woods.
Legitimidade do Windows
Teste de legitimidade do Windows espia dados do utilizador
A ferramenta WGA, que testa se o Windows é legítimo, avisa a Microsoft quando o utilizador cancela a sua instalação e envia dados sobre a máquina do utilizador.
A descoberta foi feita pela empresa alemã Heise Security. A nova versão do teste Windows Genuine Advantage – WGA está a ser distribuída pelo Windows Update. Quando o utilizador cancela a instalação da ferramenta, as informações sobre a máquina são enviadas à Microsoft.
Aparentemente, tudo bem. Mas há dois detalhes subtis: primeiro, a Microsoft não avisa o utilizador que está a recolher dados na sua máquina. Depois, segundo a Heise, os dados recolhidos permitem identificar o utilizador.
A Heise consultou a Microsoft, que deu uma explicação. A recolha de dados seria apenas para aperfeiçoar a ferramenta de teste. A empresa só não disse por que não avisa o utilizador sobre esse facto, e muito menos lhe pede uma autorização antes de remeter os dados.
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